Na noite de ontem (04), aconteceu a última final do concurso musical Por isso é que eu canto. O projeto é promovido pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista através da secretária de cultura, turismo e lazer. Há oito anos o projeto vem revelando talentos conquistenses e aquecendo a cena musical local.
Esse ano o vencedor do concurso levou para casa R$ 4 mil, ficando o segundo lugar com o prêmio de R$ 2 mil e o terceiro de R$ 1 mil, além de tocarem no palco principal no Natal da Cidade, na praça Barão do Rio Branco.
A final do concurso foi dividida em dois dias, a primeira ocorreu no dia 3. O resultado do vencedor se deu através da somatória das pontuações acumuladas pelos candidatos nesses dois dias. Os 15 finalistas interpretaram músicas de compositores regionais, no primeiro dia, e no segundo, de artistas da MPB.
Foto: SecomPMVC/Emanuel Nem Moraes
Confira abaixo tabela com a ordem das apresentações, músicas e compositores escolhidos para o último dia de final , além dos vencedores em destaque:
Interprete: Música: Compositor:
Ramilo Andrade Céu de Santo Amaro Flávio Venturini
Joani Marques O dia, um adeus Guilherme Arantes
Rafaela da Silva Falando Sério Roberto Carlos
Lucas Sampaio O Trem das 7 Raul Seixas
Alexandrina Fanatismo Raimundo Fagner Sussy Dias (2º lugar) O dia, um adeus Guilherme Arantes
Felipe Viana Sangrando Gonzaga Jadia Filadelfo (1º lugar) Muito Pouco Paulinho Moska
Cristiano Oliveira Rosas não falam Cartola
Jessica Magalhães Final Feliz Alexandre Pires
Igor Julião Matriz ou filial Lucio Cardim
Marcele Cilane Ando meio desligado Mutantes
Vinicius Oliveira Maior que Chico Buarque Marlua (3º lugar) Rãzinha Ceumar
George Maia Codinome Beija-flor Cazuza
*para ler
ao som de A Day In The Life - The Beatles
Por Mariana Kaoos
Se
pudesse elencar as inúmeras datas que sensibilizaram a humanidade como um todo,
na certa, o oito de dezembro de 1980 não poderia ficar de fora. Nesse dia, por
volta das 23h, o ícone mundial John Lennon, chegava ao prédio em que
morava em Nova York, Edifício Dakota, com sua esposa, Yoko Ono, quando um homem
se aproximou e disparou cinco tiros contra o cantor. Dos cinco tiros, um
atingiu a janela do prédio, três atravessaram o corpo de John e o ultimo
perfurou sua artéria aorta, fazendo-o perder cerca de 80% do seu volume
sanguíneo. Nesse mesmo dia, o mundo não só recebeu em prantos a notícia da sua
morte, como também conheceu o rosto e o nome do seu assassino: Mark David Chapman.
A 3ª edição do Festivual Avuador, que acontece este mês na praça Barão
do Rio Branco, já teve suas atrações divulgadas. No dia 13 teremos as
apresentações do paulista Curumin e da banda soteropolitana Baiana System, já o dia 14 o sotaque pernambucano sobe ao palco com Karina
Buhr e Siba.
Além desses, foram confirmadas também no
Festival as atrações locais Distintivo Blue, Paulo Gabiru, Paulo Macedo e Cinco
Contra Um. E aí, qual a sua atração favorita?
Lembrando que O Rebucetê terá surpresas durante o festival, fiquem de olhos nas nossas redes para não perder!
A Hallyu, ou Onda Coreana, transformou o K-Pop em um produto de exportação. Ao serem criados, os grupos já são pensados em lançamentos e promoções além-mar, principalmente nos mercados asiáticos da Indonésia, China, Vietnã e, claro, Japão.
Geralmente, tais inserções no mercado japonês consistem (a princípio) em traduções de hits da terra natal. A depender do sucesso comercial destes, as agências passam a investir em material japonês original e até uma nova identidade para o grupo, o que muitas vezes resulta em conceitos e carreira musicais bem diferentes dos originais coreanos.
Essa nova identidade é necessária porque, apesar de cada vez mais se render à Hallyu, o gosto do público japonês é diferente. Enquanto a Coréia do Sul prefere canções radiofônicas que tendem para o lado “fofo” da força, no Japão a coisa é mais obscura, seguindo tendências da música Dance norteamericana e do Europop.
Girls & Peace
Girls’ Generation é hoje o maior grupo do pop coreano. Criado pela agência SM Entertainment, SNSD (sigla de seu nome coreano: So Nyu Shi Dae) estreou em 2007 e, além de dominar as paradas coreanas, é desde 2011 o grupo coreano que mais vendeu álbuns no Japão.
Lançado na semana passada (28 de novembro), Girls’ Generation II ~ Girls & Peace ~ [Nayutawave/Universal Music, 2012], segundo álbum japonês do grupo, estreou na segunda posição da Oricon. E seguindo a tendência de adaptação do K-Pop ao J-Pop, Girls & Peace é um álbum sonoramente mais maduro que a discografia coreana da banda.
Conectada à atual tendência coreana ao Europop, a maioria do “Girls & Peace” é de hits para pista de dança. Canções como Animal, Reflection e Paparazzi seguem todo o livro de regras de divas ocidentais como Kylie Minogue, Ke$ha e Britney Spears. Já as fantásticas I’m A Diamond e T.O.P trazem uma qualidade R&B/Urban ao Dance, lembrando os melhores momentos do álbum Hard Candy [Warner Bros, 2008] de Madonna.
A tradução do álbum fica por conta de Oh! (lançada originalmente em 2010), uma das faixas mais atemporais do grupo, sendo tão viciante em japonês quanto em coreano. O single oficial do álbum, Flower Power, tem o clima contagiante de um sábado à noite com os toques de bizarrice inerentes ao J-Pop (a harmonização vocal da faixa é um show à parte); e a faixa-título Girls & Peace atinge status de perfeição pop, com uma pegada 1980’s, bem New Wave à lá Cindy Lauper, que (como tudo japonês-coreano-enfim-asiático) estranhamente combina com o grupo.
Enquanto Girls & Peace é um álbum melhor que o debut japonês de SNSD (por não soar como uma mera tradução), ele ainda não é a obra-prima pop que o apelo e qualidade do grupo promete. A grande qualidade de Girls’ Generation é de terem seu próprio estilo e classe, mesmo quando seguem tendências; contudo, o problema de seus álbuns é a coerência entre as faixas, soando menos como uma obra completa.
Neste álbum existe uma linha coesiva, em termos de sonoridade, estilo e desempenho; porém, apesar da maturidade de performance das “nove divinas”, poucos riscos são tomados, entregando um trabalho que, mesmo excelente, poderia ser de qualquer estrela pop.
Nota: 4/5
Destaques: Flower Power, Paparazzi, I’m A Diamond, T.O.P, Girls & Peace, Reflection Pule: Not Alone Para: quem não resiste ao culpável prazer de ouvir e gostar de girl groups. Quem curte Pop/Dance.
De volta aos palcos conquistenses, o grupo soteropolitano Los Catedrásticos
encerrou neste domingo, 02, a
mini-turnê do espetáculo “Nova Mente”. A peça dirigida por Paulo Dourado,
esteve em cartaz na cidade desde a última sexta-feira, 30 de novembro.
Los Catedrásticos/ Foto: Rafael Flores
Por Ana Paula Marques e Rafael Flores
Jackson
Costa, Maria Menezes, Ricardo Bittencourt e Najla Andrade, compõem o elenco. Os
atores interpretam cerca de trinta músicas baianas, passando pelo axé, pagode,
funk e pelo arrocha, todos vestidos com trajes de gala. As interpretações em
formato de recital são divididas em quatro blocos: Picantemente, Estranhamente,
Divinamente e Higienicamente. Além de se apropriar dos ritmos populares
baianos, o grupo também deu uma passada pelos virais do Youtube, vídeos que
circularam bastante e já arrancaram risadas dos internautas.
Música Baiana Falada
A origem do espetáculo e também do grupo se deu nos finais da
década de 80, com “O Recital da Novíssima Poesia Baiana”. Em período de greve
da Universidade Federal da Bahia - Ufba, os então alunos do curso de Teatro se
reuniram para apresentações na universidade, com o intuito de arrecadar
recursos para o “fundo de greve”.
Jackson Costa/ Foto: Rafael Flores
No contexto, as lambadas, os primeiros refrões da Axé Music e
o samba-reggae começavam a chamar a atenção dos
ouvidos baianos e da mídia nacional. Músicas como “A Roda”, sucesso na voz de
Sarajane e “Faraó”, clássico do Olodum, já eram declamadas com uma
interpretação que levava os espectadores a refletirem sobre o conteúdo das
letras. Poetas baianos do naipe de Gregório
de Mattos eram usados como base para uma comparação crítica da produção
cultural da Bahia.
De
acordo com o livro “A trama dos tambores”, de Goli Guerreiro, o uso dos
samba-reggaes gerou polêmica entre o meio artístico baiano. Membros de blocos-afros
de Salvador alegaram se sentir ofendidos pela situação, pois segundo eles, as músicas
se encontravam fora do contexto musical e histórico do processo de composição
das canções. Temas que soavam estranho, como falar sobre a cultura egípcia na Bahia, tinham
por trás a história das primeiras dinastias de faraós que eram negras. Em outro
aspecto, a música “Faraó” na época, era considerada apenas como mais uma
homenagem a um dos pontos turísticos da capital baiana, o Farol da Barra,
descaracterizando a composição como símbolo de luta e resgate da cultura negra.
Nova Mente
Los Catedrásticos/ Foto: Rafael Flores
De 1989 a
1992, o elenco fixo original trazia Cyria Coentro, Jackson Costa, Meran
Vargens, Ricardo Bittencourt. Na temporada seguinte, de 1997 a 2001, as
apresentações tinham à frente os mesmo atores com exceção de Meran Vargens.
Quem passou a integrar o grupo foi Maria Menezes e o ator Zéu Britto, com
substituições de João Miguel, Najla Andrade e Aycha Marques. A formação que se
apresentou em Vitória da Conquista foi: Jackson
Costa, Maria Menezes, Ricardo Bittencourt e Najla Andrade
No novo espetáculo, estreado no início de 2012, o repertório é
outro. “Faraó” e “A Roda” permanecem, porém não mais como chacota e sim como
instrumento de comparação par a com as músicas que preenchem as rádios comerciais,
carros de som e paredões* Bahia a fora. Logo, a atenção se vira para o arrocha
e o swing baiano, vulgo “pagodão”.
As letras estão menos inteligentes - é o que se nota
facilmente - mais diretas, não há uma intenção ideológica por trás, nem
tampouco usa-se mais da famosa tática do duplo sentido. Segundo a atriz Maria
Menezes esse vazio nas composições dificultou no processo de criação do
espetáculo, mesmo que “música de carnaval nunca tenha tido a obrigação de possuir
letras rebuscadas” (...) “Só que dessa vez o negócio pesou mais, como essa coisa
de chamar a mulher de cachorra e a mulher levantar a patinha feliz. Na montagem
pegamos refrões desses tipos e juntamos em um só esquete, pois não dava pra
fazer elas completas porque todas dizem a mesma coisa”, explica.
A mulher é cada vez mais
colocada como objeto e a peça dedica um esquete inteiro para ressaltar isso. O
debate está em alta no estado, pois em março foi aprovada o projeto apelidado
de Lei Antibaixaria, o qual proíbe o uso de recursos públicos para contratação de artistas que
incentivem a violência ou exponham as mulheres ao constrangimento através de
suas músicas.
Maria Menezes e Najla Andrade/ Foto: Rafael Flores
Maria Menezes diz que “o buraco é mais embaixo” e a discussão ainda é
embrionária. “Sou a favor da liberdade de expressão, acho que se essa música está
vendendo tanto é porque há quem consuma. Acho que é uma questão de educar as pessoas,
para que elas tenham um outro tipo de repertório cultural e o dinheiro público
tem que ser usado para isso”, afirma.
O
espetáculo cumpre a função do teatro, que é divertir e ao mesmo tempo provocar
no espectador uma reflexão sobre o que foi visto. É interessante colocar em
pauta o que se produz no nosso estado, o que realmente estamos consumindo e
tentar chegar ao que estamos querendo dizer.
É
sempre um desafio e uma provocação trazer para o palco uma linguagem que não é
típica do teatro e o grupo faz isso sem dificuldade. É um estudo sobre a música popular baiana, é
quase um álbum do Tom Zé.
*Paredões:
Grandes aparelhos de som instalados nos carros que tocam as músicas que estão fazendo sucesso no momento.
Sábado é dia de Cine Rebu! O curta de hoje é o Pessoas.zip. COMPACTADOS,
produzido pelo aluno do 5º semestre do curso de Cinema e Audiovisual da UESB, Ricardo
Evandro Souza Ribeiro (35). Ricardo é soteropolitano, mas vive há 12 anos em
Vitória da Conquista. Apaixonado pelo
audiovisual e pelo cinema, pretende trabalhar
nas áreas de montagem, edição e fotografia, as quais tem maior afinidade.
O vídeo Pessoas.zip. COMPACTADOS faz parte uma série de documentários que estão sendo produzidos por Ricardo. Segundo o cineasta “nestes documentários
haverão várias entrevistas com pessoas nas ruas, dentro dos ônibus, dentro dos
carros, elevadores, etc”. A ideia do projeto é enfatizar sempre os meios de
transporte existentes na cidade.
Enquanto a série de documentários não finaliza ( e quem
sabe estreia no nosso quadro), vamos conferir abaixo Pessoas.zip. COMPACTADOS”!
Sinopse: um dos
direitos fundamentais do ser humano é o direito de ir e vir. No entanto boa
parte das metrópoles brasileiras não tem conseguido viabilizar esse direito de
forma decente sobre tudo no que diz respeito ao sistema de transporte público
coletivo. Nos sentimos em uma lata de sardinhas quando estamos em um coletivo
cheio ou como aborda este vídeo, parecemos que estamos zipados, compactados em
um único arquivo que é o ônibus.
Gênero: Documentário
Diretor: Ricardo Evandro Souza Ribeiro
Duração: 1:38 min
Ano: 2012
País: Brasil
Local de Produção: Vitória da Conquista
Depois de lotar o Viela-Sebo Café com "O Putetê - Dá Pra Nóis Que Nós é Patrão", chegou a hora da segunda edição da festa d'O Rebucetê - "O Putetê II - Eu Não Presto, Mas Eu Te Amo". O objetivo é homenagear uma vertente da música popular que esteve sempre presente nas nossas mal-traçadas linhas : o brega. E claro, mais uma vez colocar todo mundo para suar.
Além disso, O Rebucetê sempre apoiou a cena independente local e é por acreditar nesse processo produtivo que algumas novidades aparecem. Trazemos como parceiros e convidados a banda "Los Froxos", cujo repertório contempla diversas fases da nomeada música brega, desde o antigo bolero ao atual arrocha.Os "Los Froxos" são: Pedro Ivo (guitarra e voz), Vinícius Macedo (bateria), Rao Botelho (baixo) e Thiago Salles (teclado). Em entrevista, o vocalista Pedro Ivo conta para vocês a história da formação e da escolha do repertório, confira: O Rebucetê: Vocês tocam um tipo de música que é classificada brega, ou romântica. De onde surgiu a ideia de desenterrar essas pérolas da música popular brasileira? Pedro Ivo: Acho que tocamos músicas excêntricas. Às vezes romântica, às vezes apenas inusitada, a ideia é trazer realmente o conceito brega à tona, que é inerente ao estilo musical. Tocamos as músicas que todos gostamos, mas que normalmente não revelamos. A ideia surgiu numa mesa de bar no ano de 2010, quando praticamente confessamos um gosto que compartilhávamos sem saber, que é a música de massa, o brega. Daí para a ideia de formar uma banda foi um pulo, assim como o ensaio, praticamente uma semana após. Desde então não paramos. OR: Apesar do repertório diferente, a Los Froxos está inserida na cena rocker da cidade. Como esse ambiente diferenciado interfere no sentido original das músicas? PI: Interfere bastante no sentido da bagagem que a gente já traz dessa cena. Todos nós temos bandas de rock paralelas à Los Froxos, e essa influência se faz presente nas interpretações, pela pegada que damos aos ritmos considerados “bregas”.
Foto: Arquivo da banda
OR: No início da trajetória, a banda ainda mesclava seu repertório com clássicos do indie rock e covers de bandas como Arctic Monkeys, Radiohead, etc. O que levou a Los Froxos a cruzar definitivamente a linha e ficar só no brega? PI: Na verdade, a Los Froxos começou com uma proposta brega. Mas, para quase todos nós integrantes da época (Rao, Vinicius, Pedro Ivo) o trabalho autoral era uma experiência muito rica e naturalmente as músicas nasciam com uma pegada mais rocker, ou mesmo indie. Foi quando fechamos a formação mais duradoura (Vini, Rao, Pedro Ivo e Marcus Avelar), a qual se estendeu por um bom tempo, até decidirmos fixar os estilos em bandas separadas. Nasceu a Prumo, e ficou a Los Froxos, com os três integrantes fundadores. No momento, a formação é a mesma inicial, acrescida de Thiago Salles, que nos encanta com o seu doce tecladinho. OR: A produção autoral dentro do estilo que vocês propõem é rara, por exemplo, a única banda nesse formato que despontou foi Sua Mãe, do ator Wagner Moura. Como vocês lidam com esse processo de criação e como se voltam pra ele? PI: Nossa decisão quanto à Los Froxos é que o processo criativo se limita unicamente às versões das músicas já existentes. Ou seja, temos trabalho criativo, na construção de harmonias e novas releituras, mas não nos aventuramos no campo da composição. O intuito da Los Froxos é ser um tributo aos nossos ídolos, tantas vezes menosprezados. Nosso interesse antes de tudo é prestar uma homenagem, por um modelo em tributo. Mas (porém, contudo, todavia) também não excluímos a possibilidade de nascer um trabalho originalmente Froxo. Vamos dar tempo ao tempo. OR: O próximo evento na agenda da banda é a parceria com o Rebucetê na produção do Putetê em versão brega. O que a galera pode esperar da apresentação dos Los Froxos? Vai dar pra cantar junto? PI: Com certeza pode esperar um show pra dançar, rir e cantar junto. Se não houver diversão, não é Los Froxos, ora! A galera pode esperar rock, lambada, arrocha, funk, e claro, o brega. E tudo isso adicionado ao nome que o evento Putetê já carrega é sopa no mel, bala na agulha! Quem perder, vai se arrepender. O negócio é quente. Serviço: O Putetê II - Eu Não Presto Mas Eu Te Amo Data: 01/12/2012 Local: Viela Sebo-Café - Avenida Siqueira Campos Preço: R$7,00 (Primeiro lote) Horário: A partir das 20h