Por Lucas Maciel
O mundo da música está abarrotado de tribos. São inúmeros roqueiros, sambistas, emos, pagodeiros, etc. convivendo intensa e - na maioria das vezes - pacificamente. Mas até que ponto é interessante se limitar a um único gênero musical? O que podemos aprender ouvindo o que não nos é familiar?
O mundo da música está abarrotado de tribos. São inúmeros roqueiros, sambistas, emos, pagodeiros, etc. convivendo intensa e - na maioria das vezes - pacificamente. Mas até que ponto é interessante se limitar a um único gênero musical? O que podemos aprender ouvindo o que não nos é familiar?
A quantidade e a diversidade da música produzida hoje no mundo é enorme, e ter acesso a tanta coisa nunca foi tão fácil. É possível, graças principalmente à Internet, conhecer a fundo a cena musical de praticamente qualquer lugar do planeta. Será possível absorver tanta informação de forma proveitosa? Mais: será que vale mesmo a pena conhecer outras práticas musicais?







